Flagrei Minha Irmã No Box Do Banheiro

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Jorge apenas balançou a cabeça afirmativamente, estava se segurando pra não gosar. Continuava de quatro chupando o pau até que ele montou em cima de mim e enfiou o pau na minha buceta como se eu fosse uma cadela. Saímos do banheiro e fomos pra cama. Elas começaram a alisar o peito uma da outra, sentindo, fazendo com que eu e Daniel ficássemos mais excitados. E acho que ele também.

Gozou metendo e eu com um pau enorme de novinho no cu.

Apertava meus seios, com os dentes mordiscava os biquinhos os deixando doloridos. Realmente, quando passamos ao lado do casario assombrado, ouvimos sons vindos lá de dentro.

Ele me apertava e eu correspondia. Deb já estava dormindo ao meu lado e eu assistia, quase sem som, a um filme se suspense na Netflix.

Digo sempre que “o diabo quando não vem manda o secretário”, na hora nem pensei, mas o fato é que Ida quando o viu já ficou cheia de segundas intensões, não percebi que Mauro tinha as qualidades que deixam minha mulher louquinha de tesão; jovem, bonito e sacana. Minha irmã ia na minha frente até chegarmos no carro, quando reparei no que ela havia dito para minha mãe.

Peguei no pau e tentei sentir ele todo: a cabeça, como eu podia puxar a pele para baixo, a dureza incrível da rola toda, da cabeça até a base feita de pedra bem quente e pulsante (o meu nunca tinha ficado tão duro e nunca ficou), como as bolas eram grandes e pareciam estar bem cheias.

Por que falou que eles se saíram “razoavelmente bem”?– Meu bem, o que é melhor num ménage com dois caras? O que eu mais curto?– Ah… uma dupla penetração.

Por vezes flagrei Douglas me olhando de uma forma voluptuosa, em algumas ocasiões tive a sensação de que estava até flertando comigo, mas por motivos óbvios nunca dei importância a isso,afinal era filho de uma amiga com idade para ser meu filho, achava isso uma loucura.