Dando pro amigo no banheiro

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Dando pro amigo no banheiro

Dando pro amigo no banheiro

Me vesti e meu amigo continuou deitado, escutando sua musica como se nada estivesse acontecido, depois de uns 10 minutos vimos pela movimento da luz, que ela havia desligado o chuveiro, uma mistura de insegurança e prazer tomou conta de mim, não sabia o que iria acontecer. que atacava, ele tirou as blusa dela, e seus seios estavam deliciosos, ele pois a língua e chupou cada um dando leves mordidas, em seguida desceu devagarosamente por sua barriguinha perfeita, aproveitando cada centímetro e chegando ao tesouro, a xaninha, ele abriu suas pernas, colocou a cara no meio e pois a língua bem no seu rasgo e lambuzou-se e deliciou-se com aquele caldo.

Continuei no papo e disse que um pau daquele não faria cócegas nem em mim que sou baixa e tenho a""Moro em uma cidade bem pequena coisa de três mil habitantes, aqui quase não tem emprego ai fui trabalhar com meu tio numa cidade maior a uns 30 km da minha cidade, trabalhei com meu tio uns dois meses até ele terminar a casa que estava fazendo me deu o dinheiro combinado e eu comprei uma moto bem barata, pois estava com a documentação atrasada, mas nem liguei eu num tenho carteira mesmo, então a Dona Nair a dona do restaurante onde nos pegávamos comida, quando estávamos fazendo a casa, me ofereceu um emprego de entregador para o restaurante, teria de entregar Marmitex, bom aceitei dava um bom lucro e ainda me deixaria dormir num puxado no fundo do restaurante, trabalhava nesse restaurante ela seu marido o Sr Rodolfo, seu filho Carlos e a sua nora, a mulher de Carlos, Cintia, essa sim valia a pena eu não tinha visto uma mulher tão linda olhos verdes cabelos negros não muito longos, uma cintura fina um quadril grande e uma bunda arrebitada uns seios grandes e duros que ficavam saído para cima do decote, nossa eu babava de ver aquela gata, mas já tinha dono melhor não se meter com isso, eu pensava assim mas ela não, toda vês que eu ia pegar as marmitas ela me provocava, passando a língua na boca me encarando, teve vês que ela até esfregou a bucetinha me olhando, eu já ficava de pau duro e tinha de correr para o banheiro descarregar, ela sabia disso pois quando eu voltava ela me olhava e sorria, isso foi dias após dias um dia eu estava La esperando sair a comida e como sempre ajudando na cozinha o Carlos marido da Cintia não havia vindo naquele dia disseram que ele fora com o pai na capital e só voltaria no outro dia, ficou só eu a dona Nair a cozinheira e duas garçonetes que ficavam só no salão arrumando e servindo os fregueses, e claro Cintia que estava hoje mais provocativa do que nunca, chegou até a passar a mão na minha bunda, eu já não estava aguentando mais aquelas provocações, quando ela foi no deposito pegar umas caixas de copos eu fui atrás assim que ela entrou e se abaixou para pegar a caixa eu a peguei por trás, a abracei forte segurando com força, e levei a mão em seus seios a outra desci no vão de suas pernas, sua buceta estava molhada, ela tentou se livra, vi que ela iria gritar e tapei sua boca com uma das mãos, com a outra ergui sua saia e só afastei a calcina para o lado, empurrei o corpo dela para frente que se apoiou numa pilha de caixa, ficando com a bunda empinada, ela meio que se debatia, mas não dei mole, sem cuspe nem nada enfiei meu cacete dentro de sua buceta, nossa senti que ia rasgar meu pinto, pois entrou com pentelhos e tudo, dei duas estocadas ela gemeu de dor, tirei a mão de sua boca, e comecei a estocar num vai e vem com estocada fortes meu cassete estava doendo, mas logo sua buceta fico macia e molhada, com movimentos de entra e sai frenético eu massageava seus seios, ela gemia baixinho, então senti que estaria gozando, e sem perder tempo enfiei o pinto o Maximo que pude dentro dela, e enchi sua buceta de porra, ela gemeu alto, fiquei com medo de alguém ter escutado, retirei o pinto rapidamente e me afastei dela, foi o tempo de dona Nair entrar no deposito, e nos paga com caixas de copos na mão já saindo, Cintia virou para mim e disse, muito obrigado eu respondi de nada, e saímos, Dona Nair ficou olhando e pareceu não ter desconfiado de nada.